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Múmia: A Ressurreição é um jogo de RPG da editora americana White Wolf, publicado no Brasil pela Devir Livraria. O cenário fascinante apresentado no livro é um complemento ao ambiente interligado do Mundo das Trevas, amplamente desenvolvido em várias publicações como Vampiro: A Mascara (principal fonte onde são descritos o mundo em que essas criaturas sobrenaturais povoam), Mago: A Ascensão e Lobisomem: O Apocalipse (que mostram outras perspectivas do mesmo cenário, com suas organizações secretas, conspirações, criaturas, desafios e poderes). Múmia: A Ressurreição apresenta regras e sugestões para criar aventuras no ambiente do Mundo das Trevas, mas dessa vez sob uma nova perspectiva - com milhares de anos de experiência.

TemáticaEditar

O Mundo das Trevas é um cenário punk-gótico baseado em obras da literatura como as de Bram Stocker e de Anne Rice, só para citar alguns autores. Neste cenário, os vilões são a principal atração, com suas tragédias pessoais, sua luta eterna contra o mal interior e seus conflitos pela supremacia. Mas, apesar de tudo, eles ainda são vilões - anti-heróis, na melhor das hipóteses - e estão fadados a sucumbir ao mal e suas tentações.

Entretanto, nesse mundo também existem heróis. Parte deles são caçadores de vampiros - homens e mulheres assolados pela tragédia que decidiram revidar e eliminar os filhos da noite. Outros são metamorfos de vários tipos, lobisomens, homens-corvo e homens-gato, abençoados por Gaia, a Mãe Terra, engajados numa guerra desesperada para salvar o meio-ambiente. Alguns poucos são magos poderosos, manipuladores da realidade impulsionados pelo próprio orgulho ou que cultivam uma esperança vã de recriar o mundo à sua própria imagem.

Finalmente, alguns desses heróis são múmias, espíritos egípcios antigos, enviados pelos deuses mais sábios daquele panteão para restaurar o equilíbrio (ou Maat) na Terra. Esses espíritos não podem mais existir livremente no mundo, portanto, selecionam indivíduos prestes a falecer e infundem sua energia espiritual neles, prendendo a alma condenada e lhe concedendo uma segunda chance. Essa combinação de energia espiritual e matéria cria os imortais conhecidos como Amenti, homens e mulheres dotados de poderes advindos de um império que desapareceu há eras.

O patrono desses agentes do equilíbrio é o próprio deus egípcio Osíris, que despertou de seu longo sono no reino espiritual chamado Umbra, devido aos horrores que percorrem a noite do Mundo das Trevas, desencadeados por eventos ainda mais obscuros. Alguns dizem que se trata do início da Era de Aquário; outros afirmam ser o início do Apocalipse. Não importa quem está com a razão - o mundo encontra-se numa derrocada praticamente inevitável rumo ao abismo e, caso não encontre o equilíbrio necessário para impedir sua queda, nada poderá salvá-lo.

Essa é a tarefa dos Amenti. Como espíritos antigos, eles compreendem a necessidade da existência do mal e da escuridão, mas entendem com uma clareza ainda maior que a luz e a bondade é imprescindível nesse momento de dor e sofrimento.

A maioria deve imaginar uma múmia como um cadáver do Antigo Egito, envolto em ataduras, mas a múmia deste jogo nem se aproxima desse estereótipo. Os personagens são uma combinação do velho e do novo, um híbrido do antigo espírito egípcio e da alma dos condenados dos dias modernos, que receberam de Osíris uma missão que já está sendo cumprida há eras. Os heróis são guerreiros do equilíbrio, que buscam preservar a vida contra a ruína e o esquecimento que um mal antigo ameaça desencadear.

Mas como uma mulher ou homem moderno torna-se a força imortal da vontade de um antigo deus?

Por causa de um acidente infeliz ou de um ato de maldade, o personagem deste RPG morreu antes do tempo. Entretanto, por meio de um vínculo com uma alma antiga, ele retorna ao mundo dos vivos. Em troca de uma segunda chance, ele concorda em se tornar um agente da redenção em um mundo desesperado.

Esses protagonistas têm algo especial que atrai Osíris e seus seguidores, uma força ou discernimento que nunca se desenvolveu completamente durante sua primeira vida. Em resposta a esse potencial não realizado, um espírito egípcio ancestral cria um vínculo com o personagem e inicia uma cerimônia arcana para trazê-lo de volta à vida. Ao retornar ao mundo dos vivos, o herói se une a outros de sua casta, outras múmias - outros imortais - para restaurar o equilíbrio da justiça em um mundo que desliza cada vez mais rapidamente em direção à corrupção e à decadência.

Mesmo diante da morte, aceitar a imortalidade não é tão fácil quanto se pode imaginar. A transformação do personagem de “humano” para “espírito eterno” muda seu comportamento para sempre. A capacidade de compreensão do mundo se amplia dramaticamente e novos mistérios são revelados no processo. O mundo é um lugar sinistro, vítima de séculos de atrocidades. Criaturas sobrenaturais e mundanas fazem planos malignos para acelerar a espiral descendente da sociedade, para extinguir a chama da esperança e da inocência na humanidade.

Ao retornar à vida, o personagem é imbuído com o poder de resistir a essas forças. Ele recebeu uma segunda chance e a oportunidade de um novo começo. Na verdade, o tema geral de Múmia: A Ressurreição é a responsabilidade. Os mortais são dotados do poder de mudar o mundo a seu redor de inúmeros jeitos, mas, mesmo assim, eles gastam tempo demais desperdiçando oportunidades. Poucas pessoas têm a energia necessária para descobrir sua missão neste mundo e, quando ela surge, menos indivíduos ainda são capazes de reconhecê-la quando ela aparece.

A MissãoEditar

O desequilíbrio e a corrupção assolam o mundo. As Múmias sabem que se não fizerem nada, esse local maravilhoso cheio de sons, odores, cores, sensações, esse mundo cheio de vida será vítima de uma destruição ainda maior do que aquela que acometeu o local onde as partes antigas de sua alma viviam em paz. A grande responsábilidade das Múmias é tentar deter aqueles que destroem esse mundo, é tentar impedir o seu fim.

ConceitoEditar

As múmias atuais - também conhecidas como Amenti - são pessoas que por causa de suas falhas, defeitos e vícios, acabaram morrendo como perdedores. Entretanto, a elas foi dada uma nova chance, de ressussitar e mudar tudo. A elas foi dada uma nova força, para resistir e combater suas falhas na vida anterior. Elas se uniram a um fragmento da alma de uma antiga múmia egípcia (na maioria dos casos), e a sabedoria dessa alma as guia, com o intuito de combater os inimigos de Osiris, aqueles que querem destruir esse mundo através da corrupção.

Trazidas de volta pelo Feitiço da Vida, as Múmias detém em seus corpos e almas uma força tão poderosa que mesmo quando mortas novamente, são capazes de ressussitar, após um período em que suas almas se separam de seus corpos e seus atos durante o ciclo de vida são julgados, a fim de determinar se elas podem retornar.

Além disso, a sabedoria da parte antiga de sua alma confere às Múmias diversos poderes, na forma de feitiços e rituais tradicionalmente realizados pelos místicos egípcios. Essa magia recebe o nome de Hekau, e pode conferir poderes incríveis. Apesar disso, as múmias são seres vivos, e seus corpos ainda são frágeis como tal, e podem morrer facilmente. A maior mudança no corpo de uma Múmia após o feitiço da vida, está na forma como ela percebe o mundo. Sua sensibilidade é muito maior, o que ajuda a ver o mundo não corrompido como algo extremamente maravilhoso, e a mácula da corrupção como algo praticamente insuportável, que deve ser combatido.

As Múmias desejam o equilíbrio do mundo. Elas estão aqui para lutar contra algo que mais e mais, parece inevitável.

Múmias e o Mundo das TrevasEditar

Durante milhares de anos, os antigos egípcios aperfeiçoaram a arte de preservar os corpos dos mortos. A intenção deles era manter o corpo para a família do falecido. Após a morte, a alma do indivíduo ia para Duat, o outro mundo dos egípcios. Lá, na cidade espiritual de Amenti, Osíris governava os mortos. O deus Anúbis guiava os recém-chegados até os juízes do além para que pudessem decidir qual a recompensa do espírito por sua vida.

Quando era incorporado à cerimônia de mumificação, o Feitiço da Vida, elaborado por Osíris e sua esposa-irmã, Ísis, criava um elo eterno entre a alma e o cadáver. Embora permanecesse no outro mundo após sua morte, o espírito conseguia agora retornar através da Mortalha (que separa o mundo dos vivos do mundo espiritual), preenchendo sua carne morta com vida. Um serviço apropriado no reino subterrâneo de Amenti permitia à múmia reunir energia espiritual suficiente para retornar ao mundo dos vivos. Meses, até mesmo anos, podiam se passar, mas uma múmia sempre acabava retornando à vida, independente de quantas vezes ela fosse morta.

Os seguidores de Ísis e Osíris realizaram a cerimônia de ressurreição com um número pequeno de membros. No entanto, devido a um desentendimento entre Osíris e Ísis quando criaram o feitiço, as múmias antigas ficavam sutilmente defeituosas. Embora sua carne fosse quente e seus corações batessem, o toque da morte nunca as abandonava completamente. Apesar de terem sido preenchidas com a vida eterna, elas eram completamente estéreis. Os místicos encontravam nas múmias auras sombrias e o sangue delas, estranhamente, não possuía força vital.

Apesar de serem poucos, a raça dos imorredouros possuía inimigos formidáveis. Hórus, o filho de Osíris e o maior dos Imorredouros, liderou a maioria das múmias em uma cruzada para purificar o mundo de seu tio homicida, Set - servo de Apophis. Os fiéis Seguidores de Hórus, os Shemsu-heru, retornavam várias vezes do além para resistir ao mal de Set e dos venenosos filhos do deus sombrio.

Essas múmias combateram a corrupção de Set através dos milênios. Então, veio a Dja-akh, a tempestade fantasma, que destruiu o outro mundo. Nem mesmo os eternos Shemsu-heru conseguiram suportar a fúria da Dja-akh e muitos deles pereceram na destruição da grandiosa Amenti, o Reino de Areia Sombrio. Sem a sabedoria de Osíris, o deus da ressurreição, é possível que tudo se tivesse perdido.

Amenti foi destruída, Osíris desperta e os imorredouros renascem. Mas se eles não são os ancestrais propriamente ditos, quem são essas novas múmias? Múmia: A Ressurreição varre para fora o véu do mistério e mergulha no Mundo das Trevas do Oriente Médio para trazer para você um novo tipo de personagem múmia completamente revisado e com novas regras. Dentro dele estão novos feitiços, novos horrores e novas visões dos mistérios da Arábia, Egito e das terras dos mortos.

Poder de Além das Areias do Tempo

Por milênios, o Vale do Nilo tem lançado seu feitiço irresistível sobre os mais jovens dos filhos do mundo. De sua nascente perto do local da mais antiga evidência do Homem no Olduvai até desembocadura do grande rio perto dos desertos onde os profetas andaram, o vale do rio eterno tem sido o mais benevolente berço do homem. Agora, como o sol se erguendo após uma longa noite, um poder ancestral retorna ao Vale do Nilo.

Osíris, o mais velho e o maior dos deuses Egípcios, tem a muito reinado nas Terras dos Mortos. Um cataclismo recente no submundo despertou Osíris de seu aparente torpor para tomar uma mão ativa sobre o mundo mais uma vez. Os agentes de seu poder ancestral são eles próprios criaturas lendárias. Eles são os seres eternos que desprezam o aperto da mortalidade.

Eles são múmias...

O Feitiço da VidaEditar

Nas Terras da Fé, os sacerdotes e sacerdotisas de Isis e Osíris esperam pelos renascidos, sua mágica sagrada invoca pelos que retornam da morte...

Apesar da prática exata do ritual de renascimento variar de culto para culto, os elementos chave permanecem constantes. O corpo é saturado de natrão e ervas aromáticas (uma mistura salina comum no processo de embalsamamento egípcio) e atado em bandagens protetoras nas quais foram inscritos feitiços. O poder de Osíris flui pelo cadáver, consumindo as porções fracas de sua alma. O fragmento de uma alma egípcia antiga substitui a porção defeituosa ou impura da alma moderna, e isso é chamado de ten-akh, ou "espírito completo". A nova alma se une sem emendas com a velha; a alma recém energizada emerge uma vez mais com o corpo.

O individuo ressuscitado - referido formalmente como um Amenti em honra a cidade perdida dos mortos - pode submeter-se a mudanças conforme o corpo se ajusta a sua força vital nova e mais poderosa, embora essas alterações tendam a ser sutis. As mudanças mais significantes que o feitiço da Vida traz são claras. O receptor retorna a vida... A parte defeituosa da alma

O acordo com o Tem-akh só é oferecido a pessoas com grandes falhas na alma, para que o Tem-akh correspondente ao aspecto falho possa cobrir o lugar. O acordo só é oferecido a essas pessoas por que elas precisam, mais que as outras, de uma segunda chance. Apenas pessoas muito corajosas - ou pessoas muito desesperadas por redenção – aceitam.

AmentiEditar

Usando o nome da cidade egípcia perdida dos mortos como seu apelido em uma nova era, os Amenti estão retornando para as terras dos vivos, repletos de uma nova paixão pelo mundo. Eles são as múmias como os antigos egípcios as imaginavam, vindo de volta a vida pela eternidade.

Entretanto, o mundo é um lugar diferente. Apophis quase levou a morte até mesmo aos mortos. Os fragmentos de almas ancestrais debilitadas são tudo o que resta de uma civilização que já foi grande, ou assim a Serpente planejava. Osíris sabiamente comandou as almas perdidas a se tornarem os tem-akh, ou espíritos completos. Com a ressurreição, os ancestrais estilhaçados se unem aos recém caídos como um ser. O caminho da nova múmia é formado pela vida que viveu na era moderna e o poder herdado de uma vida passada.


  • Uma pessoa sem cuidados com seu próprio corpo, como um viciado em drogas pesadas ou um suicida receberia um fragmento Ka (o Ego Defensor); os herdeiros de Ka são chamados de Kher-minu ou Os Guardiões da Tumba
  • Uma pessoa muito inescrupulosa, que faz outros sofrerem em prol de sua riqueza e sua fama, pode receber um fragmento Sahu (o Ego Eterno); os herdeiros de Sahu são chamados de Mesektet ou Os Sóis Noturnos/As barcas de Rá

Uma alma sem inspiração ou talento no que faz, ou seja, uma alma frustrada, receberia um fragmento Khu (o Ego Brilhante); os herdeiros de Khu são chamados de Sakhmu ou Os Cetros Espirituais

  • Uma pessoa mansa, covarde e sem iniciativa ou imposição pode receber um fragmento Khaibit (o Ego Sombrio); os herdeiros de Khaibit são chamados de Sefekhi ou Os Desatados

Aqueles que herdam a dor do mundo são chamados de Udja-sen ou Os Julgados

A Criação de uma MúmiaEditar

Um mortal com a alma "defeituosa" morre, mas quando entra em Duat um Tem-akh faz a proposta de ter uma outra chance... O tipo do Tem-akh que pode fazer a proposta depende da fraqueza do nehem-sem (alma do mortal). O fragmento Tem-akh que faz a proposta deve ser o correspondente a falha na alma do nehem-sem. Por exemplo alguém viciado sem cuidado com o próprio corpo seria abordado por um fragmento Ka, que cuida da proteção do khat ( corpo).

Se o nehem-sem aceitar ele é fundido com o Tem-akh e essa nova alma composta volta ao corpo, que neste estágio não é muito mais que um zumbi. Ele deve realizar uma peregrinação (chamada Haje) até as Teias da Fé e lá encontrar outra múmia que possa realizar o feitiço da vida que transforma o corpo e a alma composta em uma múmia de verdade. O Haje deve ser cumprido no período funerário tradicional de setenta dias, depois deste tempo o feitiço da vida não terá mais efeito e o corpo apodrece...

Sekhen Editar

Uma múmia pode recarregar sua reserva de Sekhem de várias formas. Todos os dias ao nascer do sol a múmia recupera um ponto; Estando dentro das Teias da Fé a múmia recupera; Pode-se recuperar meditando em lugares influenciados pela Maat; Usando Hekau; Retirando de uma urna, que é um objeto mágico que contém Sekhem; Extraindo forças de um legado, que é algo que a antiga alma egípcia deixou no mundo; Transferindo de um Udja-sen, que é um tipo de Amenti que pode transferir Sekhem para outra múmia; Ou recuperando com magia, já que efeitos que recuperem ou confiram Quintessência funcionam igual com Sekhem. Uma múmia que fique sem nenhum ponto de Sekhem entra em Semektet, um estado de enfraquecimento. A múmia só sai deste estado se receber Sekhem de uma fonte externa ou retornando às Teias da Fé, portanto ele não recupera com meditação nem com o nascer do sol, a múmia neste estado não pode utilizar Hekau.

Hekau Editar

Os poderes das múmias são feitiçarias antigas chamadas Hekau (cada Amenti tem uma afinidade maior por um tipo), que são:

  • Nomenclatura – o poder de reescrever o princípio de criação.

Facções RedivivasEditar

Os remanescentes modernos dos cultos antigos tem herdado uma riqueza de sabedoria e poder místico dos ensinamentos espirituais de Isis e seu marido divino. Em um mundo de trevas, poucos se lembravam da verdade, e a Serpente ria.

Quando Osíris despertou, os fieis sentiram sua atividade e se rejubilaram. Os sacerdotes mais iluminados retornaram aos locais tornados sagrados no amanhecer da história. Os mortais haviam ouvido o chamado de seus deus-rei, e eles procuram ajudar a criar o exercito da luz eterna que pode derrotar a escuridão que se aproxima.


Culto de Isis

Desde os dias de sua descida a terra, a deusa Isis serviu como uma figura materna para a humanidade. As mais fieis de suas seguidoras mantém a fé nos deuses egípcios viva por milhares de anos.


Filhos de Osíris

Os mais anciãos dos Filhos de Osíris afirmam que foram uma vez ghuls - o que os Europeus chamam de vampiros. Eles ajudam certos Amenti a controlar seu lado mais sombrio. Séculos de batalhas contra uma natureza sedenta de sangue os deixou familiares com os perigos de besta interior.


Shemsu-Heru

Os mortais tem ouvido os boatos que Hórus o Vingador vive, e eles afluem para seu lado. É dito que a presença do filho de Osíris é poderosa demais para a maioria resistir por qualquer extensão de tempo sem entregar a uma devoção abnegada. Os Shemsu-Heru, ou seguidores de Hórus, servem aos Amenti como representantes de seu deus.


Ashukhi

A Corporação progressista Ashukhi investe em pessoas. Tanto as múmias quanto os mortais que trabalham com a Corporação Ashukhi esperam construir um mundo melhor.


Eset-a

Os Eset-a acreditam que cada um dos locais de descanso do corpo de Osíris contem relíquias que absorveram porções da energia divina do deus-rei. Eles buscam reunir os artefatos que possuem o poder de Osíris para que possam reconstruí-lo no reino terrestre.

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